Estre lança programa para conscientizar motoristas que transportam resíduos para o CGR Paulínia

Profissionais de 13 transportadoras responsáveis pelo transporte de 55 mil toneladas/mês participaram do evento

Com o objetivo de conscientizar motoristas das inúmeras empresas encarregadas de transportar lixo até o Centro de Gerenciamento de Resíduos (CGR) de Paulínia, a Estre Ambiental criou o Programa de Conscientização e Engajamento de Motoristas – Motorista Consciente. A apresentação ocorreu em 17 de março e reuniu profissionais de 13 transportadoras, responsáveis por aproximadamente 55 mil toneladas de resíduos destinados mensalmente ao aterro sanitário pelas empresas, aquelas que têm a maior quantidade de caminhões transitando nos acessos à Estre.

“Esse trabalho tem como objetivo diminuir o impacto do tráfego de caminhões nos acessos ao Centro de Gerenciamento de Resíduos da Estre e aumentar a segurança para todos que moram nas proximidades do empreendimento em Paulínia”, explica a responsável pelos projetos sociais da Estre, Sonia Manastan.

Dentro dessa proposta, Sonia adianta que a Estre vai organizar e formatar cursos para os motoristas dessas transportadoras com foco em comportamento: consciência do seu papel e das consequências de suas atitudes. “Os cursos acontecerão de abril a novembro, nas dependências das transportadoras”, revela.

Para a gerente comercial da Estre, Christiani Vilas Boas, esse trabalho é extremamente necessário para conscientizar os motoristas sobre a importância do seu trabalho na rotina de transportar os resíduos de municípios e empresas, evitando acidentes e poluição nas vias.

O gerente operacional do CGR Paulínia, Rafael Silveira, destaca, ainda, a importância de todos cumprirem com suas obrigações. “Recebemos muitos depoimentos positivos sobre a nossa iniciativa em promover essa aproximação entre as transportadoras na busca de um objetivo comum: segurança da comunidade e melhoria da sua qualidade de vida. Com cada um fazendo a sua parte, os impactos serão minimizados e iremos melhorar nossa convivência com os moradores do entorno do aterro e órgãos públicos”, finaliza.